sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A Coreia do Norte disse nesta sexta-feira (22) que pode testar uma bomba de hidrogênio de escala sem precedentes sobre o oceano Pacífico. O anúncio foi feito em Nova York pelo ministro de Relações Exteriores norte-coreano, Ri Yong Ho, que afirmou não conhecer os pensamento exatos do líder Kim Jung- un, segundo a Reuters.A ameaça acontece dias depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai “destruir o país caso não tenha outra escolha”, em seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Kim Jong-un classificou o discurso de Trump na ONU como “excêntrico” e prometeu fazer com que Trump pague caro por suas ameaças, de acordo com a agência norte-coreana KCNA. “Seja lá o que Trump estivesse esperando, ele irá enfrentar resultados além de sua expectativa. Eu certamente e definitamente irei domar o mentalmente perturbado senil dos EUA com fogo”, disse ainda, prometendo medidas “do mais alto nível”, declarou o líder norte-coreano.

Pouco tempo depois da divulgação da última ameaça norte-coreana, Trump afirmou no Twitter que o líder norte-coreano é um “louco que não se importa em morrer de fome ou matar o seu povo”. “Ele será testado como nunca antes!”, ameaçou.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai “destruir totalmente” a Coreia do Norte, caso não tenha outra escolha, em seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (19).

Os Estados Unidos têm grande força e paciência, mas se forem forçados a defender a si ou a seus aliados, não teremos outra escolha além de destruir totalmente a Coreia do Norte”, disse.

Trump, que chamou o regime de Kim Jong-Un de “depravado”, afirmou que “é hora de Coreia do Norte aceitar que a desnuclearização é o único futuro possível”. Ele agradeceu à China e à Rússia por terem votado a favor de impor sanções contra o regime, após um teste nuclear realizado no mês de setembro.

Trump ainda defendeu que a comunidade internacional deve “fazer mais” contra a Coreia do Norte. “É hora de as nações trabalhem juntas para isolar o regime de Kim até que ele cesse seu comportamento hostil”, afirmou, chamando o comportamento de Kim de “missão suicida”.

Em sua fala, que durou 41 minutos, Trump disse que o desenvolvimento de mísseis balísticos e armas nucleares por parte da Coreia do Norte “ameaça o mundo todo”.

Crítica à China

Em uma crítica velada à China, o presidente disse: “É um ultraje que algumas nações não só façam comércio com esse regime, mas forneçam armas, suprimentos e apoio financeiro a um país que põe o mundo em risco”.

De acordo com a agência Reuters, apenas um diplomata da delegação norte-coreana ficou dentro da sala enquanto Trump fazia seu discurso. Ja Song Nam, embaixador da Coreia do Norte na ONU, foi visto saindo do local antes da fala do líder norte-americano.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Uma agência estatal afirmou que a Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira (14) usar armas nucleares para “afundar” o Japão e reduzir os Estados Unidos a “cinzas e escuridão” por apoiar uma resolução e sanções do Conselho de Segurança da das Nações Unidas (ONU) contra o mais recente teste nuclear do regime norte-coreano, segundo a Reuters.O Comitê da Coreia para a Paz na Ásia-Pacífico, que lida com os laços externos e propaganda da Coreia do Norte, também pediu pela dissolução do Conselho de Segurança, que chamou de uma “ferramenta do mal” constituída por países “subornados” que avançam sob ordem dos Estados Unidos.

“As quatro ilhas do arquipélago devem ser afundadas no mar por uma bomba nuclear do Juche. O Japão não é mais necessário para existir perto de nós”, disse o comitê, em comunicado divulgado pela agência de notícias estatal norte-coreana.

O Juche é a ideologia governista da Coreia do Norte que mistura marxismo com uma forma de nacionalismo isolado pregado pelo fundador do Estado, Kim Il Sung, avô do atual líder norte-coreano, Kim Jong Un, ainda de acordo com a Reuters.

Novas sanções

O Conselho de Segurança da Organização impôs, por unanimidade, a proibição das exportações de produtos têxteis do país e limitou as importações de petróleo em 11 de setembro.

As novas sanções são uma resposta ao sexto e mais poderoso teste nuclear do país dos últimos 11 anos, ocorrido em 3 de setembro. Segundo o governo da Coreia do Norte, o teste com uma bomba de hidrogênio, que pode ser carregada no novo míssil balístico intercontinental, foi ‘bem-sucedido’.

A comunidade internacional considera os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte violações contra as resoluções da ONU.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Um refugiado sírio que vive há um ano no Chipre protagonizou um momento de emoção ao reencontrar a esposa e os quatro filhos pequenos no domingo (10).

Ammar Hammasho, disse que se sentiu feliz e tranquilo após ver a família no centro de recepção em Nicosia, capital do Chipre. Separado dos pequenos por uma cerca, ele beijou a mão dos filhos.“Está ficando cada vez pior”, disse ele sobre o conflito, que já dura seis anos. Ele fugiu para a ilha há um ano, quando sua casa foi destruída por um ataque aéreo que matou um de seus filhos. “Todos, de todos os lados, dizem mentiras”

A família de Hammasho chegou ao Chipre em um barco que levava 202 homens, 30 mulheres e 73 crianças. O grupo saiu na noite de sábado (9) de Mersín, na Turquia.

Segundo a Associated Press, parte dos passageiros chegou ao país para se reunir com familiares que já vivem no Chipre, e outros têm como destino final a Alemanha ou países escandinavos.

De acordo com autoridades cipriotas, um homem de 36 anos foi preso por conduzir a embarcação, e outro de 29 por suspeita de tráfico de migrantes. Acredita-se que o grupo é um dos maiores a chegar em um único dia no país.

domingo, 10 de setembro de 2017

O furacão Irma tem deixado um rastro de destruição e mortes no caminho. O fenômeno já atingiu o Caribe e chegou aos EUA com fortes rajadas de vento, obrigando a evacuação de milhões de pessoas.

quarta-feira, 06 de setembro de 2017

A Coreia do Norte divulgou comunicado em que afirma que irá responder “de nosso próprio jeito” a qualquer nova sanção que possa ser imposta ao país, após o último teste de míssil no domingo, considerado o mais forte já lançado pelo regime de Pyongyang.
Segundo a agência estatal norte-coreana KCNA, o ministério de Relações Exteriores do país criticou os Estados Unidos por liderarem a campanha por novas sanções no Conselho de Segurança da ONU e que os comentários de Donald Trump, presidente americano, e da embaixadora do país na ONU, Nikki Haley, sugerem que os EUA estão “pedindo por uma guerra”. Ontem, Haley usou a mesma expressão ao se referir ao teste de míssil norte-coreano.
O comunicado ainda traz ameaças aos EUA, de que país será totalmente responsável por “consequências catastróficas” de seus atos e que cometeram um “erro terrível” se pensam que podem “assustar” o regime de Kim Jon-un.
Após a agência estatal norte-coreana KCNA afirmar que o regime de Kim Jong-un irá responder “do nosso próprio jeito” a qualquer nova sanção aplicada pelos EUA. De acordo com a Coreia do Norte, os comentários do presidente americano, Donald Trump, sugerem que “ele está pedindo por uma guerra”.