domingo, 29 de Janeiro de 2017

A face oculta da ingratidão esconde o lado mais tenebroso e perverso do ser humano e só é perceptível após uma análise mais minuciosa das atitudes e comportamentos da pessoa beneficiada por atos de benevolência e caridade do beneficiador.

A ingratidão está presente em nosso dia a dia e nem sempre observamos sua manifestação através das atitudes explicitadas pelos próprios familiares, empregados e empregadores, amigos, relacionamentos amorosos e nos meios sociais.

ORGULHO, A FACE OCULTA DA INGRATIDÃO

Miguel Cervantes já dizia que “a ingratidão é filha da soberba”!

Esta assertiva leva-nos a concluir que por trás de uma simples atitude de falta de reconhecimento pelos benefícios recebidos gratuitamente esconde-se um sentimento de orgulho, mas não aquele orgulho que traduz a satisfação pela capacidade de realização, pelas conquistas e alegrias.

Referimo-nos aquele orgulho a que a Bíblia define como um dos sete pecados capitais que se caracteriza pela pretensa superioridade e desmesurada arrogância. A pessoa ingrata é antes de tudo uma pessoa orgulhosa que se julga superior e se recusa a reconhecer que em algum momento precisou e usufruiu de favores daquele que lhe beneficiou.

A ingratidão evidencia que o beneficiário não só não reconhece a atitude do beneficiador, mas que dentro de si está latente uma intensa infelicidade da alma. A pessoa ingrata é uma pessoa infeliz por natureza. Para ela o beneficiador não fez nada mais que sua obrigação, apenas ela é merecedora dos benefícios que lhe foram proporcionados.

Ao lado da soberba a pessoa ingrata carrega também o egoísmo que se manifesta por atitudes menos digna na medida em que busca a satisfação própria antes de qualquer outra coisa.

Ambos os sentimentos fazem da pessoa ingrata uma pessoa infeliz, amarga.

Entretanto, não se deve esquecer que também podemos ver a face oculta da ingratidão do lado do beneficiador e ela se manifesta quando este faz algum bem para poder se vangloriar e engrandecer-se diante do beneficiado e daqueles que o rodeiam.

Evidentemente não é possível medir a grandeza ou profundidade da dor provocada pela ingratidão. Seja qual for a razão ela produz uma dor que não é física, mas que por isso mesmo não é dimensionável nem menos intensa.

Entretanto, é possível afirmar que a dor da ingratidão provocada por pessoas ligadas por laços afetivos de parentescos, principalmente entre pais e filhos, irmãos e irmãs é muito mais intensa e desumana porque se revela mais mesquinha e ignora os anos de dedicação, de carinho e despojamento.

Por isso mesmo quando se vê filhos que deixam seus pais idosos a Deus dará, jogados a sua própria sorte, nasce o momento de refletirmos sobre o sentido da vida, da família e dos relacionamentos interpessoais.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Quer queiramos ou não, a adversidade faz parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Os problemas, sejam grandes ou pequenos apresentam-se a nós durante toda a nossa existência. Independentemente de quão animado, inteligente, ou contente estejamos no momento, independentemente de a vida nos correr às mil maravilhas, inesperadamente todos nós algumas vezes somos confrontados com problemas, lutas, desafios, dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para vermos de que fibra somos feitos, como é que conseguimos enfrentar algumas situações catastróficas e angustiantes. Não pretendo passar a mensagem que quanto mais adversidade melhor, nem sou apologista de que o sofrimento é algo de bom. Não, o sofrimento incapacitante não é benéfico. Ainda assim, não invalida que pensamos nele como uma realidade que acontece na vida de cada um de nós, certamente em número e intensidade diferentes de pessoa para pessoa.

Quando acontece, aceitá-lo é uma parte da estratégia para nos livrarmos de mais sofrimento. Aceitá-lo pode constituir uma forma de nos reestruturarmos e seguirmos em frente. Conforme Havelock Ellis escreveu: “A dor e a morte são parte da vida. Rejeitá-las é rejeitar a própria vida.” Na verdade, graças a Deus pela adversidade! Aprender a lidar e superar as adversidades, é o que nos faz ser quem somos. Cada desafio, a cada dificuldade que enfrentamos com êxito na vida serve para fortalecer a nossa força de vontade, confiança e capacidade de vencer os obstáculos futuros. Heródoto, filósofo grego, disse: “A adversidade tem o efeito de atrair a força e as qualidades de um homem que as teria adormecido na sua ausência.” Quando você responder de forma positiva e construtiva aos seus maiores desafios, as qualidades as forças e virtudes como, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança emergem lá de dentro. É claro que, dado que somos humanos, é muito fácil cairmos na auto-piedade, na injustiça da vida, ou na armadilha do “porquê eu?”.

Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham a adversidade. No entanto, assim que conseguimos ou nos permitimos pensar mais claramente, que somos capazes de deixar a vitimização auto-destrutiva e pensamentos improdutivos, também ficamos mais capacitados para lidar com o que está diante de nós. DICAS PARA SUPERAR A ADVERSIDADE 1. Esteja atento, e aceite que a adversidade é inevitável na vida. Como já foi referido, a adversidade faz parte da vida. Uma vez que nos aconteça algum infortúnio, não o aceitar ou resistir-lhe só vai fazer com que persista.

Não quero dizer com isto, que sejamos passivos ou complacentes com a adversidade e que ao aceitá-la nada façamos para minimizar ou recuperar dela. Não é nada disso, o que quero dizer é que aceitar é um caminho para se desprender e reestruturar-se. É uma forma viável de procurar caminhos alternativos e seguir em frente. Onde quer que possamos ir existe certamente alguma forma de adversidade, mesmo que não seja a nossa. Há inundações, tsunamis, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento exacerbado é opcional. Tal, como por contraste a felicidade é possível mas é opcional. Então o que podemos fazer? 2. Construa os seus recursos internos. Antes que a adversidade o atinja, deve propor-se a trabalhar no seu equilíbrio emocional, deve fortalecer a sua musculatura emocional, coragem e disciplina.

Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades de cabeça erguida. Não será muito diferente do sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele (ou ela) prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. O militar sabe que pode ser desastroso, assustador, e esgotante, mas ele sente-se preparado e equipado com um conjunto de estratégias que lhe permitem enfrentar a situação com coragem. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto. Atenção, não estou dizendo que nos devemos movimentar na vida sempre em alerta, a ver onde está o perigo ou com o sentimento de que estamos na eminência de nos acontecer algo de ruim. Não, isso não é benéfico, pelo contrário, pode ser contraproducente. Mas tal como um médico, enfermeiro, bombeiro, ou paramédico, ou você mesmo se prepara com um curso de primeiros socorros para agir em consonância quando for necessário salvar um vida em aflição eminente, assim deveremos fazer nós.

A preparação para reagir, para agir e saber como atuar em situações difíceis, é como um Kit de Primeiros Socorros para quando o “azar” nos bater à porta. Se tivermos e soubermos usar, certamente evitaremos danos maiores. Outro recurso valioso é a auto-confiança. A Confiança que tudo vai dar certo, a esperança que sempre há uma luz no fim do túnel, e esperança que “este infortúnio também passará.” Tudo na vida tem o seu lugar e propósito, cabe-nos a nós fazer essa gestão. 3. Construa os seus recursos externos. Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Quando as coisas ficam difíceis, todos nós precisamos de encorajamento e apoio. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você ficaria surpreso ao descobrir quantas vezes um amigo teve uma experiência semelhante e pode ajudar a guiá-lo no momento difícil.

O facto de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada e gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade, não hesite em procurar ajuda profissional, seja através de uma consulta de psicologia ou de um grupo de suporte específico, como por exemplo determinados grupos de ajuda. 4. Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte. Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente na afirmação, “o que não nos mata torna-nos mais fortes“, ela não é completamente realista. Por exemplo, se você não tiver construído e desenvolvido determinados tipo de resistência ou experiência suficientes para lidar com a dificuldade, a adversidade pode esmagá-lo. Por outro lado, se você tem resistência suficiente, se desenvolveu e trabalhou determinadas forças, então na verdade isso vai fazer você ficar mais forte. Como assim, você pergunta? A Resiliência como qualquer músculo no nosso corpo é construída gradualmente e exponencialmente com a exposição repetida aos obstáculos e às forças externas.

Não necessariamente, se você não tem prática no enfrentamento dos obstáculos (como quando você escolhe evitá-los), se você decidir ainda assim propor-se ao desafio de tentar, a coisa certamente correrá mal, um evento traumático pode derrubá-lo. Como tudo na vida, a preparação é amiga da eficácia e do sucesso. Sem preparação o fracasso é uma possibilidade muito forte. Para sublinhar este ponto, as pesquisas de desenvolvimento tem mostrado que crianças traumatizadas são mais, e não menos, prováveis de virem a sofrer novamente de algum tipo de trauma ou consequência negativa. Da mesma forma, aqueles que crescem em bairros difíceis têm uma propensão para o desequilíbrio emocional, tornam mais susceptíveis perante a adversidade, não se tornam mais resilientes, e são mais propensos a debater-se na vida. 5. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade. Há muitas histórias inspiradoras de pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis.

Eles triunfaram sobre as suas adversidades para viver uma vida produtiva e bem-sucedida, em vez de se renderem a elas. Para aprofundar este tema, leia: Porque razão desistimos dos nossos objetivos. Não quero com isto dizer que ao ver, ler ou assistir aos feitos dos outros os seus problemas ficam resolvidos, ou que isso diminuirá a dor ou o sentimento que tem. Provavelmente não, e essa não é a minha intenção. No entanto, ao tomar consciência das estratégias e formas que essas pessoas accionaram e/ou utilizaram para fazer face aos seus problemas ou para ir ao encontro dos seus sonhos e objetivos, pode promover e estimular em si uma mudança de perspetiva face à sua situação. Este mudança de perspetiva pode ser promotora para descobrir novos caminhos para a resolução da situação difícil em que se encontra.

segunda-feira, 05 de dezembro de 2016

O mercado editorial tem lançado com sucesso, nos últimos anos, milhares de livros sobre autoajuda. Alguns especialistas da área creditam interesse tão grande por este tema à nossa carência afetiva e à baixa autoestima do nosso povo. Soma-se a esta fragilidade uma eterna espera por soluções milagrosas. Ora, na sua maior parte, livros de autoajuda não passam de compilações de promessas para conquistar o paraíso, seja ele nos relacionamentos familiares ou no universo empresarial. Servem como paliativo para muitos e, dificilmente resolvem a vida de alguém – só as dos autores e editores. Acreditar que “lendo ou assistindo” a determinado palestrante podemos melhorar de vida e de comportamento é perder a oportunidade de nos conhecer melhor.

Modismos sobre o tema vêm e vão a todo instante, com os mais variados títulos possíveis. Já tivemos a fase do “bom relacionamento interpessoal”, do “sim, eu posso”, dos “segredos milenares”, das “relações amorosas”, dos “administradores salvadores da pátria”, dos “vendedores tipo isso ou aquilo” e, agora, estamos na fase do “quem quer ser um milionário?”.

Qualquer um pode se arvorar de guru de um assunto e publicar seu livro. Alguns viram celebridades e frequentam as páginas das revistas e os programas de TV. Faturam bem e depois somem porque o assunto se esgotou e os resultados para quem comprou os livros foram pífios.  E como o comprador de autoajuda dificilmente aprende alguma coisa, ele já fica pronto para seguir a outro mestre, se este lhe prometer novas panaceias.  Por ser o caminho mais fácil e não exigir muito de nós, preferimos seguir a trilha do autoengano.

É claro que não nascemos preparados e que fatores culturais pesam no modo de nos comportarmos perante a sociedade e o mundo do trabalho. E que livros de autoajuda também fazem sucesso nos Estados Unidos, de onde vem a maior parte deles, em geral mal escritos e pessimamente traduzidos. O fenômeno é mundial porque o público adora ser enganado.

O que temos a ponderar é que a receita para uma vida melhor, a busca da felicidade e da liberdade, as lições para melhores relacionamentos e o caminho do sucesso estão mais nos livros de filosofia do que nos de autoajuda. Algumas editoras, espertamente, estão pegando velhos títulos de filosofia e reeditando-os como de autoajuda. Baltasar Gracian deve estar se remexendo no túmulo.

O caminho do autoconhecimento é difícil, demorado, requer disciplina, estudos sistemáticos e compulsórios. Seguir a trilha do autoconhecimento é obrigar-se a estudar filosofia e ter a paciência de ver e rever o mesmo assunto de formas diferentes durante meses ou até anos. É anotar, errar, corrigir e corrigir de novo dezenas de vezes, até que o assunto estudado se incorpore em nós, isto é, passe a fazer parte do nosso corpo, da nossa maneira de ser e de agir. É ter conhecimento dos nossos defeitos e fazer esforço enorme para corrigi-los. É descobrir o que não devemos fazer mais e saber com o que devemos ou não nos preocupar. É aprender a tolerar o outro, compreendendo e convivendo de forma harmoniosa com diferentes tipos de opiniões.

Muitos poderão me dizer: “Mas eu gosto e preciso de livros de autoajuda. Quem é você para me dizer o contrário?” A minha resposta é: “O leitor de autoajuda é passivo, recebe a informação e não a processa. O estudante de filosofia é protagonista: participa, lê, interpreta, debate, discute, analisa, concorda ou não concorda.” Como aluno, muitas vezes autodidata, ele é ativo na sua busca. A autoajuda, por outro lado, oferece alívio imediato, mas não cura a doença. O autoconhecimento traz estabilidade emocional e os ensinamentos, uma vez compreendidos, serão para todo o sempre. Em ambos os casos tenha certeza de que nunca vamos ficar inteiramente prontos. Sairemos de cena sempre devendo, para a humanidade e para nós mesmos.

Fonte: Blog de ELOY ZANNETI

 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Do Site: Insistimento

Um terremoto que pode ter matado mais de 100 mil pessoas e que provocou uma tragédia no Haiti, matando inclusive a nobre Zilda Arns, chamou a minha atenção novamente para um tema que muito gosto de debater: a morte. É normal sentirmos fraqueza e cansaço com as decepções que a vida nos apresenta, mas até que ponto nos mantemos atados a estes sentimentos para não realizarmos a tarefa essencial que nos cabe realizar. Dentre os mortos na tragédia do Haiti, talvez somente Zilda Arns tivesse realmente executado as tarefas necessárias que fizeram valer sua vida, tendo em vista as suas realizações junto à Pastoral da Criança.

Sempre que recebemos algum baque é natural pensar em desistir de tudo, dar um ou muitos passos para trás, parar de querer mudar o mundo e se dedicar mais a si mesmo. Porém, citando Richard Bach em seu livro Fernão Capelo Gaivota, não se pode passar a vida inteira brigando por causa de alimento enquanto o nosso propósito, enquanto gaivotas, é de nos tornarmos melhores na arte de voar, não melhores que os outros, mas melhores que nós mesmos.

CAMINHO RETO

Tudo bem. Determinamos um caminho para a nossa vida. Uma visão de futuro. Um sonho. Uma meta audaciosa. Mas como resistir às provas como um verdadeiro discípulo de si mesmo, falando menos, agindo mais e persistindo na missão a qual nos determinamos?

Escolhendo os pensamentos.

Nossa mente está tumultuada, iludida, estressada, agindo por impulso de acordo com nossos instintos e pensando no automático. Não escolhemos nossos

pensamentos e nossas ações se tornam completos erros desalinhados com aquilo que temos que fazer. Vivemos escolhendo entre nossa vida e brigar por alimento. Conflito, medo e mentira. É assim que nossa vida é pintada diariamente por não escolhermos nossos pensamentos e, consequentemente, nossos atos.

ESTAMOS PREPARADOS PARA MORRER?

Sinceramente, se eu morrer repentinamente como na tragédia que dá título a este artigo, ficarei bastante decepcionado como se a minha vida tivesse tido vários anos de erros e uns poucos momentos de acertos. Minha personalidade se esvairia e não teria valido muito à pena a presença dela nesta sociedade. Talvez um impulso de início de evolução no final da sua vida, mas nada que tivesse um impacto relevante para o mundo.

Avaliar o quanto estamos preparados para a morte é importantíssimo, porque na próxima vez que pensarmos em desistir daquilo que nos determinamos a fazer, pensaremos que se morrêssemos logo, nossa decepção seria maior ainda. Não existe amanhã para a vida e por isso devemos fazer o que deve ser feito todos os dias a partir de já. É melhor morrer lutando pelos seus sonhos que viver conquistando pesadelos.

“O que mais surpreende é o homem, pois perde a saúde para juntar dinheiro, depois perde o dinheiro para recuperar a saúde. Vive pensando ansiosamente no futuro, de tal forma que acaba por não viver nem o presente, nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido.” Dalai Lama

AVALIE A SUA VIDA HOJE!

Por quê podemos nos ocupar com trabalho, dinheiro, propriedades, festas e máscaras se não sabemos sequer como está a nossa vida? Podemos sim parar por uma ou duas horas para avaliarmos a nossa vida. Nossa saúde, família, dinheiro, projetos, sonhos, filantropia, deveres como seres humanos, etc. É preciso que tenhamos claro na mente que se a nossa vida não serve a nenhum

propósito é melhor realmente que morramos para ao menos servirmos de adubo para uma outra planta crescer e florescer.

Amanhã uma nova catástrofe pode acontecer e nós estarmos presente bem no meio do seu epicentro. Vale à pena vivermos nossa mentira hoje para morrermos amanhã? Zilda Arns, Gandhi, Madre Teresa e muitos outros pacifistas morreram fazendo o que deviam fazer. Foram únicos, colocaram suas personalidades na história, estavam centrados em si mesmos e conseguiram explodir seus talentos para o mundo, servindo-o com dignidade e nobreza.

Todos os seres humanos possuem o mesmo potencial. Por quê continuar vivendo a vida que lhe encaixaram ao invés de viver a vida que você almeja?